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terça-feira, 3 de agosto de 2010



MÁSCARAS NEGRAS

As máscaras eram negras,
E hoje são transparentes,
Escondem invisíveis trevas,
E nosso rostos encobertos,
Não existem mais regras.
Comparados somos,
Igualados confundidos,
Tal qual os insanos,
Submetidos aos enganos.
Os olhos que brilham,
Prazeres fervilham,
Ofuscam seus planos.
A mão que se estende,
É a mesma que te afundam,
Só o tempo cultiva a virtude,
Se plantares verdades,
Mesmo que sejas humilde,
De nada vale aos falsos,
Não voltará a juventude,
Onde se acreditava em bondade,
Sentia no olhar sinceridade.
Confiança se perdeu,
O medo a fúria prevaleceu,
O planeta endoideceu,
Não sei quem é você,
E você não sabe quem sou eu.
HEIDY

Um comentário:

  1. Muito linda e forte essa poesia, gostei muito da forma que colocou o versos, os sentimentos.Parabéns

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Que alegria em receber seu comentário!!!