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domingo, 30 de dezembro de 2012

FELIZ ANO NOVO






FELIZ ANO NOVO

Algumas coisas eu sei que perdi,
Outras eu guardei para depois,
E algumas eu as escondi,
Para relembrar após.
Oportunidades deixei passar,
Mas em meu caminho eu prossegui,
Eu nunca deixei  de amar,
Porque sempre persisti,
Pois sempre nascerá uma nova flor,
Da folha seca que recolhi.
O sol o vento a chuva,
Ainda estarão aqui,
A noite as estrelas e a lua,
Ainda estarão ali.
Guardando  todos sentimentos,
De tudo que já vivi.
Festejo mais um ano novo,
Pois eu sobrevivi,
E tentarei de novo
Tudo que no passado,
No ano velho não consegui.

HEIDY

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

A ALMA E A NATUREZA




A ALMA E A NATUREZA

A felicidade está na natureza,
Quem ama os animais,
Ama um ser humano com certeza,
Quem cultiva as flores, arvores e plantas,
Não enxerga a tristeza.
Quem abandona um animalzinho,
Nunca saberá ao filho dar carinho,
Quem não rega seu jardim,
Nem tem paciência para um vasinho.
A felicidade está na natureza,
Quem  tiver  tempo para admirar sua beleza,
Nunca estará sozinho,
É nela se que encontra a delicadeza,
Para que sua alma cresça,
Sem desalinho,
Com gentileza.
A alma se encanta sem frieza,
Quando se respeita a natureza,
Não há mal que invada um coração,
Se souber amar as plantas e animais,
Com profundeza.

HEIDY

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

EU ESTOU AQUI




EU ESTOU AQUI

Nem pensem que me consumi,
Ou que me derrotei,
Apenas me preveni,
Só descansei.

Simplesmente cansei,
Não desisti,
Só me isolei,
Eu não sumi.

Dei um chocalho por dentro,
Mas não dilui,
Só fiz um unguento,
E não me dissolvi.

Nem sei sé é seu intento,
Mas eu não morri,
Para seu desatento,
Eu sobrevivi.

HEIDY

terça-feira, 30 de outubro de 2012

EU QUEM ESCOLHI A SOLIDÃO






EU QUEM ESCOLHI A SOLIDÃO

Eu quem escolhi a solidão,
Ter um momento só meu,
Descansar esse coração,
Dando um espaço ao teu,
Um estado de reflexão.

Uma pausa para os olhares,
Já viciados sem diversões,
Tirando os dois pares,
Das mãos a obrigações,
Sentindo saudades das sensações.

Eu quem escolhi a solidão,
Um pequeno espaço de tempo,
Que haja uma inversão,
Para um novo atempo,
Nesta nossa grande união.

Uma solidão gostosa,
Que me exalta a saudade,
Como uma fruta saborosa,
Que se saboreia com toda vontade,
Em época da colheita glamorosa.

Eu quem escolhi a solidão.
Não há nada melhor quando se percebe um desgaste,
Fazer um resgate em uma relação.

HEIDY                
                                                                                                     

domingo, 14 de outubro de 2012

BÊBADOS NÃO ALCOOLIZADOS


                                                                                                     

BÊBADOS  NÃO  ALCOOLIZADOS

Tropeçando em meus próprios pés,
Feitos bêbados desequilibrados,
Enchendo a cara de sonhos,
Que nunca serão realizados.
Garrafas cheias de ilusões,
E copos amontoados,
Procurando um só cantinho,
Nos seus caminhos desordenados.
Cambaleia mas não cai,
São só pensamentos desorientados,
Feito peões de xadrez,
Os primeiros a serem devorados.
Mais uma dose de confiança,
E os delírios serão atropelados,
São os sóbrios que tem esperanças,
De serem lembrados.
Vivendo em seu próprio mundo,
Esses bêbados não alcoolizados,
Esperando só um gole,
E seus atos serem assim valorizados.

HEIDY

sábado, 15 de setembro de 2012

SER OU NÃO SER?



SER OU NÃO SER?

Eu faço poesias,
Sem segundas intenções,
Escrevo palavras,
Para todos os corações,
Não agrado a todos,
Diferentes emoções.
Só escrevo o que relata,
Os meus momentos de reflexões,
Onde viajo gratuitamente,
Em minhas inspirações.
Há a quem viaja,
Nestas imensidões,
Há a quem discorda,
Com indagações.
A quem diga que sou poeta,
Mas há também contradições,
O que vale mesmo,
Que não há perfeições.
Eu escrevo o que sinto,
Cada um com suas interpretações,
Sou poeta para alguns,
Para outros decepções.

Agradar a todos,
São meras ilusões...

HEIDY

terça-feira, 11 de setembro de 2012

ME PERDI




ME PERDI

Nem sei onde me perdi,
Não foi o vento quem me levou,
Nenhuma onda me afundou,
Nenhum buraco me engoliu,
Nem a sombra me raptou.

Só sei que me perdi...
A claridade não me cegou,
A correnteza não me levou,
Nada ao meu redor explodiu,
Só o tempo que passou.

Eu sei que me perdi,
Por não saber onde estou,
O que ainda de mim restou,
O que dentro se diluiu,
O que realmente sou.

Onde foi que me perdi,
Onde meu trajeto mudou,
Porque tudo modificou,
O que a que me confundiu,
O que solidificou.

Sim, eu sei que me perdi,
Porque tudo se desencontrou,
Nem o destino me avisou,
Ele apenas decidiu,
Ir aonde ainda não chegou.

HEIDY

domingo, 2 de setembro de 2012

FÊNIX DOURADA




FÊNIX DOURADA

Prepara-se ao voo a fênix dourada,  
Levanta a poeira da terra,
E varre para longe com sua calda,
Mais uma caminhada  que se encerra.
O céu agora é todo teu,
Há um lugar que a espera,
Rumo ao apogeu,
Uma imensidão que se inaugura,
E a nada se prendeu.
Seu dourado com alvura,
Tudo enriqueceu,
Voa com humildade e bravura,
Nem do brilho se esqueceu.
Quem não a avistar na altura,
É porque nunca a percebeu,
Estava bem ao teu lado,
Agora você a perdeu.

HEIDY

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

VOO ACORRENTADO




VOO ACORRENTADO

Dois pássaros que voam concomitantes,
Mesmo que na mesma direção,
Avistam diferentes horizontes,
Cada um a sua apreciação.
Nem sempre estarão felizes,
Fizeram de dois, um só coração,
Nas mesmas diretrizes,
E sem nenhuma convicção.
Sobrevoam em mares de sonhos,
Perdem-se nas estrelas luzentes,
Mas tem só dois olhos tristonhos,
Porque dois estão contentes.
Assim os pássaros ainda voam unidos,
Ainda que com correntes,
Mesmo que as razões não façam sentidos,
Ainda tentam ser coerentes.
Mas há sim um que sofre calado,
Pois quer ter o outro a seu lado,
Um pássaro que perde suas penas aos poucos,
Para ver o outro realizado.

HEIDY

sábado, 7 de julho de 2012

MUNDO DE APARÊNCIAS




MUNDO DE APARÊNCIAS

Não sou fotografa nem jornalista,
Mas sou a mais famosa no meu  reality show.
Sou bonita ou não gostosa,
Mas sem bem quem sou.
Não apareço na TV nem em filme pornô,
Mas sei que me admiram,
Mesmo que minha imagem não se propagou.
Porque a beleza externa,
De nada hoje adiantou,
Vão-se pernas e belos seios,
Porque tudo emborrachou.
De que vale um corpo belo,
Se por dentro nada mudou.
E pessoas ainda se iludem,
Se deslumbrando no que olhou,
Ninguém mais vê um coração,
Nem o seu teor,
Hoje em dia é só de aparências,
Que todos vivem,
Para mostrar o seu valor.
Externo magnífico,
E tão encantador,
Mais interno sombrio,
Um falso sedutor.

HEIDY

terça-feira, 12 de junho de 2012

DIA ESPECIAL

DUETO   CHRISTIANO NUNES & HEIDY




DIA ESPECIAL

Neste dia especial
Quero ver você sorrir
O champanhe estará no ponto
Pra nós dois quero servir
Levantemos as taças e... tin, tin
Sua voz emocionada quero ouvir. (Chris)

Que por mim és apaixonado,
Então quero ver você se exibir,
E neste sorriso largo,
Pronto a me seduzir,
A espera de seu abraço apertado,
Essa noite ha de colorir.  (Heidy)

Depois de nos amarmos
Quero ver você dormir
Seu suave ressonar
Extasiado quero sentir
Por uma rosa na sua frente
E de pétalas lhe cobrir.  (Chris)

Faremos deste dia especial,
Um grande luzir,
Para iluminar nosso amor,
Um a outro conduzir,
Com esse lindo amanhecer,
Nunca verás mais eu partir. (Heidy)

Abrimos mão do nosso direito
Que é o de ir e vir
Em nome do lindo amor
Que então está a fluir
E riscamos do vocabulário
A triste palavra "despedir". (Chris)

Pois não viveremos mais de sonhos,
De carinho quero te cingir
É só vivermos esse nosso encanto,
Que veio finalmente a existir,
Em seus braços o meu o seu encanto,
Que não podemos mais resistir.(Heidy)

E assim terminamos,
Aguardando um alegre porvir,
Enquanto o tempo passa,
Sua beleza quero curtir,
Que alguém lhe maltrate,
Isso nunca irei permitir, (Chris)
E de carinhos eternos te cergir.(Heidy)


http://www.recantodasletras.com.br/autores/chrisnunes

quarta-feira, 23 de maio de 2012

NÃO ERA MEU




NÃO ERA MEU

O que um dia me pertenceu,
E agora não possuo mais,
Não é mais meu,
Nem a falta que faz.
Não quero o que não quis ficar,
O que não era para ser,
Aquilo não pode me dar,
O que não era para acontecer.
Nem quero mais lembrar,
Porque já me fez sofrer,
Preciso é encarar,
E isso finalmente romper.
Se não é meu,
Não posso querer,
Não me pertence,
Tenho que esquecer.
Só amar o que realmente tenho,
Irei vencer,
Sem lembra-me das perdas,
Vou me fortalecer.
Se eu não tenho,
Não era meu,
Um passado,
Que se dissolveu.

HEIDY

terça-feira, 22 de maio de 2012

DIA DO ABRAÇO



DIA DO ABRAÇO

Quem é não gosta de um abraço,
Apertado gostoso,
Feito um laço,
De amor caloroso.
Enrosca-se em um passo,
Os braços se acolhem,
Em um calor tão manhoso,
Perfeito contato delicioso.
Dedico-te amigo querido,
Um abraço precioso,
De ternura,amizade,
De saudade, generoso,
De estima bem cheiroso.
Sinta-se abraçado,
Protegido enroscado,
Em meus braços, apartado,
Um abraço á você foi dedicado.


HEIDY


domingo, 20 de maio de 2012

ERA SÓ FRENESI




ERA SÓ FRENESI

E  eu nem me despedi,
É que realmente eu nunca estive,
Nem era eu quem estava ali.
Eu achava que me via,
Mas eu nunca existi,
Era só frenesi.
Inquietação do espírito,
Foi só o que possuí,
Desarrimo infinito,
Só o que consegui.
E eu nem me despedi,
Porque não há saudades,
Nem rastros por onde percorri,
Passei despercebida,
Já que nem fraternidade  recebi .
Nem é despedida,
Porque  sempre estive aqui,
Era só frenesi o que senti.

HEIDY

sábado, 19 de maio de 2012

SONHOS E FANTASIAS




SONHOS  E  FANTASIAS

Não vivo de sonhos  vivo de fantasias,
Os sonhos são  complexos,
Dolorosas  nostalgias,
Sentirei  o seus reflexos,
De  todas as energias.
Os sonhos se confundem,
Não se realizam se dispersam,
As fantasias logo se fundem,
Assim os desejos se apressam,
Para que nada os perturbem.
Entre sonhos não posso mais adormecer,
Posso não ter mais o tempo,
Fazer de tudo para acontecer,
Vou viver na fantasia,
A cada dia que sobreviver.
Mais nada de sonhos,
Não quero enlouquecer,
Nos desejos enfadonhos,
Só vou amadurecer,
Esses  meus desejos  tardonhos,
Vou fazer acontecer.

HEIDY

sexta-feira, 4 de maio de 2012

BRANCO NO PRETO




BRANCO NO PRETO

Agora escrevo em branco,
Mas agora em um papel preto,
Para que as palavras que escrevo,
Sejam destacadas  por completo.

Os sentimentos visíveis,
Em branco eu os formo,
As frases limpas sensíveis,
Aos poucos se transformam  .

No preto da cor fúnebre,
O papel se encanta,
De palavras de amor,
É o branco que espanta.

Um novo contraste,
Quem na ousadia vive,
Não deixa que nada te arraste,
Mudam-se as cores e o desgaste.

HEIDY

sábado, 21 de abril de 2012

AURORA IMAGINÁVEL






AURORA  IMAGINÁVEL

Depois que a alma se vai,
E o espírito evapora,
De nada vale as lamurias,
A sua lagrima rola,
Sem sentido, em demora.
Se for para expressar o amor,
Então que seja agora,
De nada vale o seu sofrer,
Depois que se foi embora.
Teve o tempo que o tempo deu,
Tevês os dias teve a hora,
É sua culpa se escondeu,
E a que ficou vivendo e acordou agora.
Ficou tarde ficou escuro,
Virei uma grande aurora,
Imagem de um pensamento,
Que em meu coração mora.

HEIDY

quarta-feira, 18 de abril de 2012

A JANELA





 A JANELA

Desta janela onde me encontro,
Vejo pessoas passando do outro lado,
O que dentro tem se passado,
É só um vidro embaçado.

Não podem ver minhas mãos estendidas,
Nem as lagrimas de saudades,
Palavras a serem compreendidas,
Perderam-se as afinidades.

E mesmo a janela estando aberta,
O que posso sentir é ansiedade,
Pois só sinto é a presença do vento,
Que me sopra a realidade.

Que alguns ficam do lado de dentro,
Aguardando a felicidade,
Outros a ti não tem tempo,
E cada um com sua liberdade.

HEIDY

sábado, 31 de março de 2012

SENTINDO A DOR





SENTINDO A DOR

Eu sinto dores,
Não só as minhas,
Dos meus amores.
Eu sinto medo,
De não ter as forças,
Para acalmar,
Os seus temores.
Mas tenho a fé,
Nas orações,
Nos meus clamores.
Dou-lhe agora,
O meu amor,
Como lindas flores.
O seu perfume,
Que lhe embriaga,
Aonde fores.
É o meu desejo,
Que aflora,
Não é queixume,
Que evapora.
A  sua dor,
É o real almejo,
Que vá embora.

HEIDY

sábado, 17 de março de 2012

NÃO ME ABANDONE




NÃO ME ABANDONE

Quando meu corpo arquear,
Minha cabeça pender,
E mais uma lagrima rolar,
Vai então perceber.
Que não sou mais tão forte,
Como sempre quis ser,
Que estou sem suporte,
Para me suspender.
Com minha grande sorte,
Tentei de tudo para esconder,
Mas o tempo demonstra em meu porte,
E que não consigo mais percorrer.
E antes que me transporte,
Porque ainda quero viver,
Só quero que se importe,
Que não quer me ver convalescer.
Estou plantada sem poda sem corte,
Sei que ainda posso florescer,
Sou a sua natureza, um passaporte,
Uma semente ainda posso lhe oferecer.
Regue-me ou me exporte,
Para quem quer me ver crescer,
Alguém que comigo, consorte,
Nunca  me deixará morrer.

HEIDY