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domingo, 10 de março de 2013

CONCHAS TAMBÉM SE SEPARAM




CONCHAS TAMBÉM SE SEPARAM

Triste de ver a concha ser dispensada pelo mar,
Enterrada na areia solitária,
Fora despregada de seu par.
Amaria estar na profundidade,
Coladinhas, sempre juntas,
Sem o destino às separar.
Mas o molusco não teve eternidade,
Era um falso coração,
Que não soube amar.
Separadas e muito distantes,
Nunca mais irão se encontrar,
As ondas às levaram,
Por caminhos distintos,
Não podem mais se juntar.
Duas conchas duas vidas,
Que tentaram se suportar,
Chegou a hora da despedida,
Não há mais como às grudar aderir colar.

HEIDY

2 comentários:

  1. Suas poesia continuam inspiradoras. Abraços.

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  2. eu adorei seu blog, ele e mt lindo !!
    passa no meu e me seguii e se puder deixa um mensagem.
    bjos

    ResponderExcluir

Que alegria em receber seu comentário!!!